sábado, junho 08, 2013
Mais do mesmo
Tenho sido um cara medroso. Tenho me deixado levar pela inércia, com preguiça de se esforçar pra mudar. Fico nessa de ficar esperando aquilo que vai mudar as nossas vidas.
quarta-feira, abril 24, 2013
Hoje
Hoje acordei 4 horas da madrugada. Falei rapido no whatsapp com gente que ainda ia dormir. Fui tomar café da "manhã" e ainda tava passando um filme de terror. Que indigesto! Começou o telecurso e eu sai de casa. Dirigi por 220 km, vi o sol nascer na estrada. Cheguei na obra e fui resolvendo o que tinha que resolver. Dirigi mais 220 km de volta, vi o sol se por na estrada e peguei todas as intensidades de chuva. Cheguei em Belém e fiz o almoxarife do deposito de uma loja reabrir o deposito e fazer a troca de um material que tinham me entregado errado. Consegui. Dirigi mais um pouco e cheguei aqui na federal. Um pouco atrasado mas deu pra ver um pedaço da primeira aula. A segunda so termina 22h e depois vou ter que pegar uns materiais lá no escritorio porque amanhã tenho que acordar 4h da madrugada pra dirigir mais 220 km e ver o sol nascendo na estrada.
24 de Abril de 2013
24 de Abril de 2013
segunda-feira, abril 15, 2013
Daqui a 10 anos
Quero ter três filhos. Que estudem numa boa escola. Quero já estar formado. Que a ciência já tenha descoberto uma cura decente pra calvice. Que eu more numa casa térrea e que eu não tenha medo de entrar e sair dela por falta de segurança. Quero continuar trabalhando no que eu gosto. Quero ter tempo pra trabalhar, descansar, levar os filhos na escola, busca-los, ir à academia, beber um vinho, ver o jornal e transar antes de dormir. Quero que o dia tenha umas 36 horas.
Quero continuar escutando música. Quero ler mais. Já ter conhecido pelo menos mais dois continentes e poder ter tirado alguma férias com 30 dias. Ou não, não sei se vou ter paciência pra isso.
Quero que Belém seja uma metrópole. Que o trânsito daqui melhore e que as soluções pra cidade comecem a ser pensadas hoje pra estarem prontas aí.
Quero saber se a morte do Roberto Carlos virou feriado nacional e se o Brasil ganhou a copa de 2014. Que o Feliciano não vire presidente e que o Brasil tenha mais escolas e menos prisões.
Na verdade quero mesmo saber se o Brasil melhorou. Se virou um país maneiro. Sei que é pouco tempo, mas tenho esperança.
Quero que meus amigos estejam tão bem quanto eu espero estar. Não só financeiramente - como eu espero estar -, mas pessoalmente - como eu espero estar.
Quero ter aprendido um pouquinho as coisas sem ter que levar muita porrada porque isso me gasta muita energia.
Quero que meus pais ainda estejam vivos para vê los brincando com os meus filhos. Quero que a minha família seja sempre unida, do jeito dela, mas que ninguém se afaste.
Quero, principalmente, ter a humildade de entender que posso mudar de desejoss sempre que tiver vontade e, principalmente, que tudo tem seu tempo e que tudo que eu quero pode não acontecer do jeito que eu prevejo, mas que eu sempre tenha força pra correr atrás daquilo que eu sonho.
Quero continuar escutando música. Quero ler mais. Já ter conhecido pelo menos mais dois continentes e poder ter tirado alguma férias com 30 dias. Ou não, não sei se vou ter paciência pra isso.
Quero que Belém seja uma metrópole. Que o trânsito daqui melhore e que as soluções pra cidade comecem a ser pensadas hoje pra estarem prontas aí.
Quero saber se a morte do Roberto Carlos virou feriado nacional e se o Brasil ganhou a copa de 2014. Que o Feliciano não vire presidente e que o Brasil tenha mais escolas e menos prisões.
Na verdade quero mesmo saber se o Brasil melhorou. Se virou um país maneiro. Sei que é pouco tempo, mas tenho esperança.
Quero que meus amigos estejam tão bem quanto eu espero estar. Não só financeiramente - como eu espero estar -, mas pessoalmente - como eu espero estar.
Quero ter aprendido um pouquinho as coisas sem ter que levar muita porrada porque isso me gasta muita energia.
Quero que meus pais ainda estejam vivos para vê los brincando com os meus filhos. Quero que a minha família seja sempre unida, do jeito dela, mas que ninguém se afaste.
Quero, principalmente, ter a humildade de entender que posso mudar de desejoss sempre que tiver vontade e, principalmente, que tudo tem seu tempo e que tudo que eu quero pode não acontecer do jeito que eu prevejo, mas que eu sempre tenha força pra correr atrás daquilo que eu sonho.
terça-feira, março 12, 2013
Sobre erros, acertos e a frequência que eles acontecem
Vira e mexe me pego pensando em ciclos. Naqueles que eu sempre escrevia sobre. Acho que eu sempre via os ciclos como se eles fossem constantes, coisas que aconteciam de dois em dois anos, acasos que pareciam se repetir em forma ritmada.
Mas, afinal, ciclos não são dessa forma? O que eu to fazendo procurando por ciclos?
Depois me vi refletindo que os ciclos não acontecem, a gente que acaba criando certa frequência pra algumas atitudes. E esses ciclos não dependem só da gente. Resumindo minha conclusão momentânea: os ciclos alheios a nossa vontade não existem, a gente que busca ter alguma relação com o passado, busca repetir as coisas.
Me peguei pensando em ciclos justamente porque estou cansado de certas coisas, querendo buscar algumas que deixei pra trás e tentando achar alguma coisa que me traga novas energias. Tipo como eu fiz há uns dois anos atras.
A verdade é que agora eu tenho medo de girar, girar e voltar pro mesmo lugar onde já estive. Essa energia pra gastar eu acho que não tenho mais. Energia pra mudar. Energia pra ver as coisas que eu deixei passar e sentir uma pontinha de remorso.
O que me prende as coisas de hoje são as experiências que eu tive no passado e o medo do futuro. Me falta aquela confiança de sempre e o vou-dar-um-jeito-de-superar que eu arranjava de algum lugar, nem que ele não existisse, eu fingia que estava lá.
Se tem uma coisa que me preocupa - mais do que tentar perceber os ciclos - é um dia descobrir o que é pior: passar a vida errando-e-acertando ou evitar os erros e viver arrependido por não ter errado o suficiente.
Mas, afinal, ciclos não são dessa forma? O que eu to fazendo procurando por ciclos?
Depois me vi refletindo que os ciclos não acontecem, a gente que acaba criando certa frequência pra algumas atitudes. E esses ciclos não dependem só da gente. Resumindo minha conclusão momentânea: os ciclos alheios a nossa vontade não existem, a gente que busca ter alguma relação com o passado, busca repetir as coisas.
Me peguei pensando em ciclos justamente porque estou cansado de certas coisas, querendo buscar algumas que deixei pra trás e tentando achar alguma coisa que me traga novas energias. Tipo como eu fiz há uns dois anos atras.
A verdade é que agora eu tenho medo de girar, girar e voltar pro mesmo lugar onde já estive. Essa energia pra gastar eu acho que não tenho mais. Energia pra mudar. Energia pra ver as coisas que eu deixei passar e sentir uma pontinha de remorso.
O que me prende as coisas de hoje são as experiências que eu tive no passado e o medo do futuro. Me falta aquela confiança de sempre e o vou-dar-um-jeito-de-superar que eu arranjava de algum lugar, nem que ele não existisse, eu fingia que estava lá.
Se tem uma coisa que me preocupa - mais do que tentar perceber os ciclos - é um dia descobrir o que é pior: passar a vida errando-e-acertando ou evitar os erros e viver arrependido por não ter errado o suficiente.
segunda-feira, janeiro 07, 2013
comebackbaby
quase dois anos depois eu resolvi entrar aqui de novo pra reler algumas coisas.
impressionante quanto eu não mudei.
mudar eu mudei, mas continuaria escrevendo as mesmas coisas, só de maneira diferente.
que saudosismo gostoso! :)
quinta-feira, maio 19, 2011
Vamos assim
De alguma forma, vejo que estamos caminhando em direção à paz.
Todos nós.
Vai dizer que você não está achando tudo mais sereno?
Todos nós.
Vai dizer que você não está achando tudo mais sereno?
Épico
adjetivo
1 que relata, em versos, uma ação heróica
Obs.: cf. epopéia
Ex.: A Ilíada é um poema é.
2 relativo a ou próprio de epopéia ou de heróis
Ex.:
3 digno de figurar em uma epopéia; que tem a dimensão dos motivos ou dos heróis da epopéia; heróico
Ex.: ação é.
4 Derivação: por extensão de sentido. Uso: informal.
de intensidade ou grandeza fora do comum; fantástico, desmedido, grandioso, homérico, memorável
Ex.: uma festa é., inesquecível
substantivo masculino
5 autor de epopéia, de poesia épica
1 que relata, em versos, uma ação heróica
Obs.: cf. epopéia
Ex.: A Ilíada é um poema é.
2 relativo a ou próprio de epopéia ou de heróis
Ex.:
3 digno de figurar em uma epopéia; que tem a dimensão dos motivos ou dos heróis da epopéia; heróico
Ex.: ação é.
4 Derivação: por extensão de sentido. Uso: informal.
de intensidade ou grandeza fora do comum; fantástico, desmedido, grandioso, homérico, memorável
Ex.: uma festa é., inesquecível
substantivo masculino
5 autor de epopéia, de poesia épica
quarta-feira, maio 11, 2011
Mulher bonita faz bem a saúde
É nessas horas que eu me encontro cansado, triste porque depois de um dia incessante de trabalho ainda vou ter mais duas horas de aula, que eu penso: o melhor remédio que deus já inventou nesse mundo foi a mulher.
Não vou entrar nem no mérito do sexo. Porque sexo é sexo. Mas mulher, porra, ô coisa boa.
Que fique bem claro, to falando de mulher bonita. Mulheres feias não são mulheres pra mim, não dá liga, são como versões afeminadas de homens.
Não quero me aprofundar em padrões de beleza, porque pra mulher ser bonita ela não precisa ser modelo, tem mulher feia que é muito bonita. E tem mulher bonita que é chata pra caralho, ai perde toda beleza.
Mulher bonita é um negócio gostoso. Da gosto de ficar perto. Muitas vezes me conformo de só olhar pra mulher bonita, to satisfeito só de estar perto, o clima fica muito melhor quando tem mulher bonita ao redor. Mulher bonita é paisagem paradisíaca, é aquela comida gostosa, é aquela brisa quando a gente ta deitado na rede, mulher é banho quente, é edredom no frio.
É por isso que não tenho amiga feia. Não consigo. Eu que já tenho muitos problemas na minha vida, ter amigas feias seria demais.
Mulher tem problemas, lógico, todo mundo sabe. Mas nada que ofusque a maravilha que é conviver com uma mulher bonita.
Casar com mulher bonita é investimento. Investimento pra saúde, pra prole, pro humor, pra auto-estima, pro mundo!
O mundo precisa de mais mulheres bonitas.
Não vou entrar nem no mérito do sexo. Porque sexo é sexo. Mas mulher, porra, ô coisa boa.
Que fique bem claro, to falando de mulher bonita. Mulheres feias não são mulheres pra mim, não dá liga, são como versões afeminadas de homens.
Não quero me aprofundar em padrões de beleza, porque pra mulher ser bonita ela não precisa ser modelo, tem mulher feia que é muito bonita. E tem mulher bonita que é chata pra caralho, ai perde toda beleza.
Mulher bonita é um negócio gostoso. Da gosto de ficar perto. Muitas vezes me conformo de só olhar pra mulher bonita, to satisfeito só de estar perto, o clima fica muito melhor quando tem mulher bonita ao redor. Mulher bonita é paisagem paradisíaca, é aquela comida gostosa, é aquela brisa quando a gente ta deitado na rede, mulher é banho quente, é edredom no frio.
É por isso que não tenho amiga feia. Não consigo. Eu que já tenho muitos problemas na minha vida, ter amigas feias seria demais.
Mulher tem problemas, lógico, todo mundo sabe. Mas nada que ofusque a maravilha que é conviver com uma mulher bonita.
Casar com mulher bonita é investimento. Investimento pra saúde, pra prole, pro humor, pra auto-estima, pro mundo!
O mundo precisa de mais mulheres bonitas.
quinta-feira, abril 21, 2011
Caçando erros
To tentando saber o que eu faço que não agrada as pessoas. É meio difícil porque eu só vou descobrir fazendo essas coisa, portanto, tenho que agir naturalmente. E agindo naturalmente, acabo não percebendo o que não agrada as pessoas.
sei lá, fiquei com essa duvida
A quantidade de amizades que a pessoa tem é inversamente proporcional a probabilidade dela namorar?
sábado, abril 09, 2011
(onde estiver "a gente" leia "eu")
A gente vai deixando a vida nos levar, daí quando percebe que ta tudo errado, já é tão difícil parar que a gente tenta se acertar na situação que se encontra. Mas essa não é a saída, só que a gente já se acostumou com esses caminhos que a vida vai tomando, que a gente acha que não tem controle. Aí passa a vida lamentando os caminhos que poderíamos ter seguido.
Triste é saber que em qualquer caminho que a gente escolher, teremos coisas boas e ruins, encontros e desencontros, tristeza e felicidade.
E aí, vai dizer que o que nos resta não é aceitar o rumo que as coisas tomaram?
Triste é saber que em qualquer caminho que a gente escolher, teremos coisas boas e ruins, encontros e desencontros, tristeza e felicidade.
E aí, vai dizer que o que nos resta não é aceitar o rumo que as coisas tomaram?
quarta-feira, março 30, 2011
Labirinto
Não chegava a ser procrastinação, o problema era mesmo as prioridades. Estava sempre fazendo alguma coisa, hiperativo e nada preguiçoso. Esforçado e um tanto desatento.
Ele tinha planos. Família, livros, uma árvore... Sabia o caminho pra chegar lá e o que não lhe faltava era vontade. O problema era mesmo as suas prioridades.
A vida tem dessas coisas boas de nada ser monótono ao ponto de não termos chance de errar. E ele adorava esses erros. Parecia que tinha mais vontade de errar do que de chegar lá. De alguma maneira achava que o caminho pra chegar onde queria, era o caminho errado, ou o caminho mais difícil, quem sabe. Entre bifurcações ele achava um atalho, daqueles cheios de espinhos, que nem valem a tentativa, que tem uma placa na frente "pista interditada". Mas quem disse que ele sabia decidir? Houve quem dissesse que ele sabia, que pensava que quando chegasse no final ia ter um portal pro começo, assim, fácil, como se fosse do jeito que ele sempre contrariou.
Uma coisa era certa: ele não gostava das coisas fáceis. Quem sabe foi por isso que ele conseguiu chegar lá... Lá onde ele chegou já é uma vitória, por mais diferente do que seja do local de chegada que ele queria, acabou conseguindo percorrer um caminho que dava ele o título de honra ao mérito. Pelo menos. E que mérito!
Foi por essa péssima qualidade de não saber priorizar qualquer coisa que ele conseguiu tudo. O problema é que de tudo um pouco é nada.
Chegou lá e nada tinha. A família ele cansou de tentar, o livro ele esqueceu de escrever e a árvore dele deixou de regar. Até plantou algumas, mas, na tentativa de não se frustrar, só ajudou a prejudicar.
Aprender ele até aprendeu, pelo menos isso ele conseguiu. Mas a maior frustração foi que na ânsia de querer fazer tudo, esqueceu que lá, onde quer que ele chegasse, não teria aquele portal. E ficou por lá. Sem vontade de voltar e sem força pra mudar.
Não chegava a ser procrastinação, o problema era mesmo as prioridades.
Ele tinha planos. Família, livros, uma árvore... Sabia o caminho pra chegar lá e o que não lhe faltava era vontade. O problema era mesmo as suas prioridades.
A vida tem dessas coisas boas de nada ser monótono ao ponto de não termos chance de errar. E ele adorava esses erros. Parecia que tinha mais vontade de errar do que de chegar lá. De alguma maneira achava que o caminho pra chegar onde queria, era o caminho errado, ou o caminho mais difícil, quem sabe. Entre bifurcações ele achava um atalho, daqueles cheios de espinhos, que nem valem a tentativa, que tem uma placa na frente "pista interditada". Mas quem disse que ele sabia decidir? Houve quem dissesse que ele sabia, que pensava que quando chegasse no final ia ter um portal pro começo, assim, fácil, como se fosse do jeito que ele sempre contrariou.
Uma coisa era certa: ele não gostava das coisas fáceis. Quem sabe foi por isso que ele conseguiu chegar lá... Lá onde ele chegou já é uma vitória, por mais diferente do que seja do local de chegada que ele queria, acabou conseguindo percorrer um caminho que dava ele o título de honra ao mérito. Pelo menos. E que mérito!
Foi por essa péssima qualidade de não saber priorizar qualquer coisa que ele conseguiu tudo. O problema é que de tudo um pouco é nada.
Chegou lá e nada tinha. A família ele cansou de tentar, o livro ele esqueceu de escrever e a árvore dele deixou de regar. Até plantou algumas, mas, na tentativa de não se frustrar, só ajudou a prejudicar.
Aprender ele até aprendeu, pelo menos isso ele conseguiu. Mas a maior frustração foi que na ânsia de querer fazer tudo, esqueceu que lá, onde quer que ele chegasse, não teria aquele portal. E ficou por lá. Sem vontade de voltar e sem força pra mudar.
Não chegava a ser procrastinação, o problema era mesmo as prioridades.
quarta-feira, março 23, 2011
Ouvi essa hoje
"A vida não nos dá dádivas ou pragas, apenas consequências"
era tipo isso. concordo muito!
era tipo isso. concordo muito!
terça-feira, março 22, 2011
BANDO DE FDP
Já tem um tempo que eu descobri isso, mas vale a observação.
Sabe aquelas lombadas pequenas e altíssimas? Mais comuns na periferia, que a gente xinga o pai de corno e a mãe de puta de quem colocou ela ali?
Pois é, ela não é feita pra diminuir a velocidade dos carros, mas sim dos ladrões, que fogem de bicicleta.
Enfim, pra mim valeu a dica que sempre, SEMPRE, vale tentar entender as coisas antes de tomar decisões precipitadas.
(como eu to ruim pra escrever, meudeus!)
Sabe aquelas lombadas pequenas e altíssimas? Mais comuns na periferia, que a gente xinga o pai de corno e a mãe de puta de quem colocou ela ali?
Pois é, ela não é feita pra diminuir a velocidade dos carros, mas sim dos ladrões, que fogem de bicicleta.
Enfim, pra mim valeu a dica que sempre, SEMPRE, vale tentar entender as coisas antes de tomar decisões precipitadas.
(como eu to ruim pra escrever, meudeus!)
3 em 1 com desconto
A gente passa a vida toda lamentando das coisas que poderiam ter acontecido? Me avisem, porque se for, eu vou parar aqui. Parar de levar a sério essas coisas que fazem a gente se envolver e imaginar o futuro com elas.
Na forma mais fácil de ver a vida, a gente passa a vida se desiludindo porque a gente passa o presente imaginando o futuro e lamentando o passado. Essa bela mania de nunca estar satisfeito. Porque estar satisfeito é ser conformista. E tem coisa mais chata do que ser conformista?
Tem: ser essa pessoa que lamenta de tudo.
Esse meu jeito de levar as coisas não passa de um grande escudo pra não ter que lamentar. Vou levando as coisas assim, sem medo de me apegar porque sei não vou ter problemas em me desapegar.
Três parágrafos que não fazem sentido entre si e falando da mesma coisa.
Na forma mais fácil de ver a vida, a gente passa a vida se desiludindo porque a gente passa o presente imaginando o futuro e lamentando o passado. Essa bela mania de nunca estar satisfeito. Porque estar satisfeito é ser conformista. E tem coisa mais chata do que ser conformista?
Tem: ser essa pessoa que lamenta de tudo.
Esse meu jeito de levar as coisas não passa de um grande escudo pra não ter que lamentar. Vou levando as coisas assim, sem medo de me apegar porque sei não vou ter problemas em me desapegar.
Três parágrafos que não fazem sentido entre si e falando da mesma coisa.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
Segunda, 13/12
O dia hoje foi cheio, acabei nem indo ao Hangar ontem, melhor, preservei o que tinha de energia.
Depois de fazer todos os meus afazeres da construtora, comecei a trabalhar nas festas da Meachuta e da Guerelho.
Após rejeitar o convite do festival no natal, consegui fechar a Meachuta Pole Dance, sábado que vem http://twitpic.com/3fppde. Tinha fazer um release super saudoso resumindo todo nosso ano e dar pra Débora revisar, contratar uma dançarina de pole dance, passar o serviço pro Yuri fazer o flyer e fechar o line up, tudo em 3 horas e ainda tinha que correr pra UFPA pra fazer a minha última prova do semestre. Consegui chegar no horário e...? O professor falta. Sabe deus agora quando vai ser essa prova.
Saindo da federal é hora de encontrar o Mariano pra finalizarmos o site. Mas ele ta mais enrolado que eu e tem que adiar a reunião de novo. Fica pra amanhã. Pelo menos o flyer ta pronto http://twitpic.com/3fmtb7, só falta o site para que o esquema de listas funcione normalmente.
Agora que o espírito de férias chegou em mim vai ser difícil sair de casa. São 22:25 de uma segunda-feira, to escutando o novo do Kid Cudi e vou sair com a Carol e quem mais aparecer pra essa cerveja num bar qualquer lá pelo centro. Até amanhã
Depois de fazer todos os meus afazeres da construtora, comecei a trabalhar nas festas da Meachuta e da Guerelho.
Após rejeitar o convite do festival no natal, consegui fechar a Meachuta Pole Dance, sábado que vem http://twitpic.com/3fppde. Tinha fazer um release super saudoso resumindo todo nosso ano e dar pra Débora revisar, contratar uma dançarina de pole dance, passar o serviço pro Yuri fazer o flyer e fechar o line up, tudo em 3 horas e ainda tinha que correr pra UFPA pra fazer a minha última prova do semestre. Consegui chegar no horário e...? O professor falta. Sabe deus agora quando vai ser essa prova.
Saindo da federal é hora de encontrar o Mariano pra finalizarmos o site. Mas ele ta mais enrolado que eu e tem que adiar a reunião de novo. Fica pra amanhã. Pelo menos o flyer ta pronto http://twitpic.com/3fmtb7, só falta o site para que o esquema de listas funcione normalmente.
Agora que o espírito de férias chegou em mim vai ser difícil sair de casa. São 22:25 de uma segunda-feira, to escutando o novo do Kid Cudi e vou sair com a Carol e quem mais aparecer pra essa cerveja num bar qualquer lá pelo centro. Até amanhã
domingo, dezembro 12, 2010
Domingo, 12/12
Acordar cedo no domingo não é normal. Depois de uma sexta-feira hard tocando no porão Café com Arte - casa noturna famosa aqui em Belém, after no Goldmar - daqueles lugares que o bar nunca fecha, ir pra cama às 5 e meia e acordar às 7 no sábado pra trabalhar, acabei não aguentando e dormi no deck da piscina do prédio do meu amigo ontem. Pelo menos a trilha sonora lá tava boa, de Bag Raiders, passando por Strokes e Keane.
Trabalho numa construtora, sou acadêmico de engenharia civil e, por causa disso, algumas vezes tenho que trabalhar nos fins de semana. Aproveitei que tinha acordado cedo e fui logo fazer as minhas missões dominicais da JM. Almoço. Pronto, já tinha tempo pra me dedicar as outras coisas.
Depois da reunião para finalização do site da Guerelho - projeto paralelo da Meachuta - ter sido cancelada, resolvi correr com a festa da Meachuta. Entre aceitar o convite pra tocarmos como Djs convidados num festival no natal ou fazer uma festa própria semana que vem, decidi por fazer a festa própria, até porque o meu sócio, Gil, não ta em Belém e anda meio incomunicável esses tempos, achei melhor optar pelo que já estamos acostumados a fazer e mais o que é mais divertido, por mais que seja mais trabalhoso.
Algumas ligações, emails e gtalks, basicamente tudo decidido. Só falta mais algumas ligações pra deixar tudo redondo pro sábado que vem.
Agora depois de aproveitar o domingo como ele deve ser aproveitado, entre The Office, sofá, telecine e comida, recebo uma ligação do Brunno pra ir ao Hangar encontrar com ele, Débora, Luana e Thiago pra ver Funk Como Le Gusta e Casuarina nas comemorações de fim de ano de lá. Acho que é isso. Vamo aê.
Trabalho numa construtora, sou acadêmico de engenharia civil e, por causa disso, algumas vezes tenho que trabalhar nos fins de semana. Aproveitei que tinha acordado cedo e fui logo fazer as minhas missões dominicais da JM. Almoço. Pronto, já tinha tempo pra me dedicar as outras coisas.
Depois da reunião para finalização do site da Guerelho - projeto paralelo da Meachuta - ter sido cancelada, resolvi correr com a festa da Meachuta. Entre aceitar o convite pra tocarmos como Djs convidados num festival no natal ou fazer uma festa própria semana que vem, decidi por fazer a festa própria, até porque o meu sócio, Gil, não ta em Belém e anda meio incomunicável esses tempos, achei melhor optar pelo que já estamos acostumados a fazer e mais o que é mais divertido, por mais que seja mais trabalhoso.
Algumas ligações, emails e gtalks, basicamente tudo decidido. Só falta mais algumas ligações pra deixar tudo redondo pro sábado que vem.
Agora depois de aproveitar o domingo como ele deve ser aproveitado, entre The Office, sofá, telecine e comida, recebo uma ligação do Brunno pra ir ao Hangar encontrar com ele, Débora, Luana e Thiago pra ver Funk Como Le Gusta e Casuarina nas comemorações de fim de ano de lá. Acho que é isso. Vamo aê.
quarta-feira, dezembro 01, 2010
Dezembro é Dez!
Eis que chega Dezembro. Trazendo com ele aquele céu nublado e aquelas chuvas de fim de tarde. Belém tem um ciclo de chuvas fácil de prever e funciona assim: nos primeiros meses do ano a chuva costuma vir de manhã, lá pelo segundo trimestre ela passa pra hora do almoço, depois, em meados de julho, essa chuva costuma vir depois do sesta, no final do ano ela vai caindo no final do dia, algumas vezes à noite, quando de bom humor, vem de madrugada.
E a chuva não traz só água, junto vem cores, cheiros, sabores, conversas, temperaturas, calor ou frio. Alguns duvidam, mas Belém tem quatro estações muito bem definidas. Estações de chuva.
Gosto de Dezembro porque é quando o clima ta mais ameno, a quantidade excessiva de nuvens encobre o sol deixando a cidade menos quente.
Essas nuvens trazem também um pouco de melancolia. E não tem época melhor do ano pra ser melancólico do que no mês de Dezembro.
Natal, fim do ano, contas pra pagar, metas não alcançadas... É no final do ano que a gente passa a régua e vê qual foi o saldo.
Nada melhor do que ser nostálgico com clima de nostalgia.
(terminei o texto do nada, deu no saco)
E a chuva não traz só água, junto vem cores, cheiros, sabores, conversas, temperaturas, calor ou frio. Alguns duvidam, mas Belém tem quatro estações muito bem definidas. Estações de chuva.
Gosto de Dezembro porque é quando o clima ta mais ameno, a quantidade excessiva de nuvens encobre o sol deixando a cidade menos quente.
Essas nuvens trazem também um pouco de melancolia. E não tem época melhor do ano pra ser melancólico do que no mês de Dezembro.
Natal, fim do ano, contas pra pagar, metas não alcançadas... É no final do ano que a gente passa a régua e vê qual foi o saldo.
Nada melhor do que ser nostálgico com clima de nostalgia.
(terminei o texto do nada, deu no saco)
sexta-feira, novembro 26, 2010
Definindo rota
Indecisão é o que define. Define o que foi esse ano, apesar de que o que eu mais queria, era que ele tivesse sido decisivo. Não que não tenha sido, 2010 me ensinou coisas que eu nunca aprenderia e nunca gostaria de aprender de novo.
Aprendi que desaprendi a aprender com os meus erros. Foi aí que tudo aconteceu. Se eu já não aprendia com o dos outros, não aprender com os meus foi o que arruinou tudo.
E eu continuo assim, errando de novo várias vezes. A diferença é que tudo tem um gosto bom, de esperança, que vai mudar pra melhor por mais que eu erre. Como se mudasse sozinho.
Indecisão define. Eu, por mais que saiba que nada muda sozinho, sabendo que to fazendo as coisas erradas repetidamente, continuo indo pro caminho errado. Por mais que eu não queira, olha.
O problema bom do erro é que a gente aprende com ele. Toma porrada. Sente. Aprende... Aprende sim. Eu aprendi. Aprendi a sentir o gosto da derrota. E aprendi a gostar dele.
Gosto bom esse o de fazer merda, parece droga que vicia e faz mal. Gosto bom esse o de sangue. Gosto bom esse de ferida aberta.
Indecisão define o meu gosto. Indecisão define a minha mania de aceitar não querendo, de fazer não gostando.
O final do ano vem com algumas mudanças. Mudanças mesmo.
Porque qual seria a melhor mudança pra mim do que pensar em mudar? Dar o primeiro passo define. Assumir nova postura, fazer planos, acelerar mesmo estando em último.
A vida tem a bela mania de fugir de mim. Não que eu viva entre a vida e a morte, mas quem me leva é a vida. Não eu que a levo. Isso não ta certo. Vida, leva eu não.
Vem cá, já ta na hora de tu te aquietar e seguir as minhas ordens. Sem choro! Não vem com essa de que eu tava gostando do passeio. Passa esse volante pra cá porque quem escolhe o caminho agora sou eu. Chega de piloto automático.
Esse carro já errou muito de caminho pra eu continuar me confiando nesse gps desgovernado.
Aprendi que desaprendi a aprender com os meus erros. Foi aí que tudo aconteceu. Se eu já não aprendia com o dos outros, não aprender com os meus foi o que arruinou tudo.
E eu continuo assim, errando de novo várias vezes. A diferença é que tudo tem um gosto bom, de esperança, que vai mudar pra melhor por mais que eu erre. Como se mudasse sozinho.
Indecisão define. Eu, por mais que saiba que nada muda sozinho, sabendo que to fazendo as coisas erradas repetidamente, continuo indo pro caminho errado. Por mais que eu não queira, olha.
O problema bom do erro é que a gente aprende com ele. Toma porrada. Sente. Aprende... Aprende sim. Eu aprendi. Aprendi a sentir o gosto da derrota. E aprendi a gostar dele.
Gosto bom esse o de fazer merda, parece droga que vicia e faz mal. Gosto bom esse o de sangue. Gosto bom esse de ferida aberta.
Indecisão define o meu gosto. Indecisão define a minha mania de aceitar não querendo, de fazer não gostando.
O final do ano vem com algumas mudanças. Mudanças mesmo.
Porque qual seria a melhor mudança pra mim do que pensar em mudar? Dar o primeiro passo define. Assumir nova postura, fazer planos, acelerar mesmo estando em último.
A vida tem a bela mania de fugir de mim. Não que eu viva entre a vida e a morte, mas quem me leva é a vida. Não eu que a levo. Isso não ta certo. Vida, leva eu não.
Vem cá, já ta na hora de tu te aquietar e seguir as minhas ordens. Sem choro! Não vem com essa de que eu tava gostando do passeio. Passa esse volante pra cá porque quem escolhe o caminho agora sou eu. Chega de piloto automático.
Esse carro já errou muito de caminho pra eu continuar me confiando nesse gps desgovernado.
terça-feira, novembro 23, 2010
In your face, 2010!
Fui. pronto! Voltei. Que bom!
In your face, 2010. Ano par e eu viajei, por mais que você tenha tentado o contrário.
Viajar esse ano já era questão de honra, isso ja tava virando doença. Pior foi que na semana antes de eu viajar eu tive uma pedra no rim e ainda fiquei extremamente gripado. Mas vamo aê, cheio de remédio, como eu disse, era questão de honra.
Não vou falar que quase todas as pessoas que eu gosto muito estavam lá, que eu fui no secreto, que eu gastei até todos os meus limites, que eu fui pra uma balada que começava as 5h da manhã e a entrada era 100 reais, que o show do mika foi o melhor show da minha vida e que eu fiquei bêbado quase 24 horas de todos os dias que eu estava lá. Não vou me aprofundar nos detalhes, vou só escrever sobre as minhas conclusões.
Está, de uma vez por todas, esclarecido que eu não sou uma pessoa que convive muito bem com a distancia. Não sei levar as coisas no equilíbrio. Tudo tem que ser intenso e sempre insaciável. Sou um expert em ignorar as coisas ruins e aproveitar o mínimo que tem de bom.
To com pressa. Um dia eu faço isso bonitinho.
Valeu, SP. Valeu pessoas que estava em Sp. Valeu todo mundo que falou comigo enquanto eu estava em sp.
In your face, 2010. Ano par e eu viajei, por mais que você tenha tentado o contrário.
Viajar esse ano já era questão de honra, isso ja tava virando doença. Pior foi que na semana antes de eu viajar eu tive uma pedra no rim e ainda fiquei extremamente gripado. Mas vamo aê, cheio de remédio, como eu disse, era questão de honra.
Não vou falar que quase todas as pessoas que eu gosto muito estavam lá, que eu fui no secreto, que eu gastei até todos os meus limites, que eu fui pra uma balada que começava as 5h da manhã e a entrada era 100 reais, que o show do mika foi o melhor show da minha vida e que eu fiquei bêbado quase 24 horas de todos os dias que eu estava lá. Não vou me aprofundar nos detalhes, vou só escrever sobre as minhas conclusões.
Está, de uma vez por todas, esclarecido que eu não sou uma pessoa que convive muito bem com a distancia. Não sei levar as coisas no equilíbrio. Tudo tem que ser intenso e sempre insaciável. Sou um expert em ignorar as coisas ruins e aproveitar o mínimo que tem de bom.
To com pressa. Um dia eu faço isso bonitinho.
Valeu, SP. Valeu pessoas que estava em Sp. Valeu todo mundo que falou comigo enquanto eu estava em sp.
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